Escrito por: Marketing JL - 15.março 10

Há 32 anos atuando como referência na construção civil paranaense, o empresário João Luiz Félix, sócio proprietário do Grupo JL, se depara com um novo desafio em sua trajetória bem sucedida: a construção da nova ala de sete pavimentos do Hospital Policlínica. Nesta entrevista ele relata o início de seu trabalho; começou com uma betoneira há 32 anos e hoje comanda um império que gera mais de três mil empregos diretos e indiretos em Cascavel, Foz do Iguaçu e Curitiba. Acompanhe um pouco do perfil deste empreendedor nesta entrevista exclusiva à Saúde News.
“Confiança e credibilidade são os pilares que mantém o Grupo JL”.
Saúde News – O senhor é um dos mais bem sucedidos profissionais de sua geração. Conte-nos como foi essa trajetória vencedora?
João Luiz – Quando cheguei a Cascavel, em 1976, vim com a missão de construir a TV Tarobá. Eu era funcionário de uma construtora de Londrina, mas deixei a empresa e abri a JL. Vendi um Fusca velho que eu tinha, contratei uma secretária e comprei uma betoneira. Tivemos a sorte de chegar a Cascavel em um momento em que a cidade experimentava uma fase acentuada de crescimento e as famílias tradicionais estavam atualizando suas casas. Com o ciclo da soja, muita gente começou a obter bons resultados. Nesta altura, já havia em Cascavel algumas empresas do ramo que passaram pela cidade e deixaram uma série de problemas. A JL começou pequena, mas foi crescendo ao longo do tempo. Nestes 33 anos de existência, adotamos, desde a primeira obra, o que é um dos pontos-chave do nosso trabalho, muito esforço e confiança. Quando começamos em Cascavel, a cidade era uma terra de ninguém. Vinha muita gente de fora, que ficava por aqui só algum tempo e não fazia negócios muito saudáveis. Foi neste momento que demonstramos que a seriedade era a nossa grande sacada. Em um segundo momento, começamos a trabalhar com qualidade: a JL vem aprimorando o sistema construtivo e desenvolvendo produtos com qualidade cada vez maior. Hoje a empresa atua no Brasil inteiro de uma forma diferenciada, calcada na confiança e credibilidade.
Saúde News – Qual foi o primeiro arranha-céu construído e qual é o sabor da conquista das alturas?
João Luiz – Foi o edifício Casablanca, de Cascavel. Na época em que começamos a construir esse prédio, as pessoas disseram que não daria certo e eu não conseguiria vender os apartamentos porque não havia chaminé na cozinha. Perguntei o porquê e me disseram que não seria possível sem um fogão à lenha para esquentar o chimarrão. Naquele momento fiquei preocupado com questões e hábitos locais, mas fizemos o prédio e vendemos os apartamentos sem precisar instalar a chaminé. Quanto ao sabor da conquista das alturas, é uma sensação muito boa quando conseguimos realizar sonhos e objetivos. Chegar a um momento em que o mercado todo acaba reconhecendo o que você está fazendo, permite sentir uma satisfação muito grande não só minha, mas de toda a nossa equipe. Quando terminamos um empreendimento, é sempre um orgulho muito grande.
Saúde News – E a adesão aos shopping centers? Quais serão os próximos empreendimentos JL?
João Luiz – Costumo dizer que foi o maior desafio da minha vida. O problema não é construir um shopping. Estamos carecas de saber como empilhar tijolos. O problema do shopping center é fazê-lo funcionar, seja aqui ou em qualquer parte do mundo. Quando você se depara com uma cidade com Cascavel, que não tem o hábito de ir ao shopping center, o desafio se torna ainda maior. Começando pelos lojistas e terminando nos clientes, poucos acreditavam que esse desafio seria vencido. Eu mesmo, seis meses antes da inauguração, disse para minha esposa que era o único a acreditar que daria certo. Tivemos que abrir lojas próprias em um primeiro momento para fazer com que o shopping funcionasse. O que fizemos aqui foi um trabalho que nenhuma empresa do setor de fora teria condições de fazer. Usamos toda nossa credibilidade de negócios aqui em Cascavel para o empreendimento dar certo. Lojas Americanas, Renner e franquias como M. Officer, Mister Shake e cinema Arco-íris foram conquistadas mediante visitas a São Paulo e Rio de Janeiro, onde fomos “vender” a cidade”. Quando visitei a diretoria das Lojas Americanas, por exemplo, diretores da empresa me perguntaram onde ficava Cascavel. No Bob’s, nem me atenderam. Fizemos um trabalho muito forte que envolveu várias pesquisas para avaliar o potencial da cidade. Depois disso, o desafio era encontrar um franqueado disposto a investir e fazer o shopping funcionar. Investimos um dinheiro pesado em marketing para fazer o empreendimento decolar. Já o de Foz do Iguaçu foi muito mais fácil. Já tínhamos a experiência e as franquias mão. Muitos parceiros nossos daqui foram para lá porque conheciam o nosso trabalho. Além disso, na cidade de Foz é muito mais fácil, porque suas 70 ou 80 etnias são compostas por pessoas mais viajada e que possuem o hábito de freqüentar shoppings. Somado a isso, os turistas que todos os dias aportam na cidade. Com relação aos próximos empreendimentos, a empresa não para e busca sempre novos empreendimentos. Em 2010, estamos focando mais as atenções na área imobiliária, que é nosso carro-chefe. Estamos desenvolvendo um mega-empreendimento em Curitiba, o maior do Sul do Brasil, com 136 mil metros quadrados de obras. Em Cascavel são quatro edifícios em andamento, com previsão de lançamento de pelo menos mais um ou dois este ano.
Saúde News – Quais são seus planos empresarias e pessoais?
João Luiz – Montamos uma empresa e uma marca para durar para sempre. Tenho quatro filhos e todos eles trabalham na empresa, bem como meus irmãos, que são meus sócios. Estamos preparando a empresa para que ela não sofra descontinuidade. Para que a empresa perdure, precisamos preparar os sucessores.
Saúde News – Algum envolvimento na política partidária?
João Luiz – A cada quatro anos, cogita-se a minha adesão ao jogo sucessório, mas realmente este não é meu perfil.
Saúde News – E na sociedade organizada?
João Luiz – Ao longo desses anos, sempre participei de associações e agremiações, porém de uma forma bastante discreta, sem me expor muito. Não tenho fins políticos, por isso atuo de uma forma diferenciada. Já fui presidente da Sociedade Rural, secretário de obras, presidente da Apeop e outras participações. Pessoas como eu têm pouco tempo para atuar mais forte nesta área, devido a viagens constantes e agenda carregada.
Fonte: Revista Saúde News – Edição #53 Ano 14
Todos os direitos reservados a Gladstone Simioni – Viver Mais Comunicação
Cascavel, Janeiro e Fevereiro de 2010

Não é a toa que o Brasil é conhecido como “o país dos tributos”. Atualmente, segundo pesquisas do IBPT, Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, o Brasil possui uma das cargas tributárias nacionais mais elevadas, como é o exemplo da carga tributária sobre rendimentos do trabalho, que gira em torno de 42%, sendo menor apenas que a carga da Dinamarca, que possui 43%. Segundo o próprio IBPT, em 2009, o brasileiro teve que trabalhar até o dia 27 de maio só para pagar os tributos, desde os tributos diretos (IRPF, INSS) até os tributos indiretos, que são os tributos incidentes nas mercadorias e produtos consumidos (IRPJ, PIS, COFINS, ICMS, IPI, ISS, etc), além dos tributos sobre o patrimônio (IPTU, IPVA, ITR, ITBI, ITCMD). Isso significa, segundo o estudo, um comprometimento de absurdos 40,15% do rendimento bruto.
Estudos realizados pelo Banco Mundial e publicados na Revista Veja, edição nº 2012 de 13 de junho de 2007, apresenta dados do levantamento junto a 1.642 empresas sobre as razões que limitam os investimentos das empresas no Brasil. Descrevem-se os maiores obstáculos em relação ao medo de investir em novas empresas em nosso país, sendo que a carga tributária foi a mais citada dentro de uma escala de situações apresentadas aos entrevistados e investidores. Para cada entrevistado, foram apontadas as 8 situações seguintes, e cada qual deveria apontar os três maiores “freios” para investimentos. O resultado obtido foi o seguinte (pela ordem):
1º 84,5% Carga Tributária
2º 75,9% Incerteza quanto à política governamental
3º 71,7% Crédito
4º 67,2% Corrupção
5º 52,2% Crime
6º 39,6% Falta de qualificação da mão de obra
7º 32,8% Insuficiência da justiça
8º 20,3% Eletricidade inviável
Revista Veja, Edição nº 2012 de 13 de junho de 2007
É comum a reclamação por parte dos empresários da voraz fatia que o Fisco insiste em tomar, sendo que um dos maiores problemas observados nas pequenas e médias empresas do Brasil, é a idéia de que não há outra forma de manter o empreendimento sem sonegação. Assim, as empresas acabam caindo na informalidade, tornando-se cada vez mais desestruturadas e sem ferramentas adequadas de controle, o que aumenta o número da mortalidade de empresas de forma prematura.
Com relação ao mercado imobiliário, os tributos interferem de duas formas: a primeira delas são os tributos incidentes diretamente sobre as operações imobiliárias e de patrimônio, como o IPTU (Imóveis urbanos), o ITBI (para transmissão de bens), o ITR (sobre bens rurais) e o ITCMD (para o caso transferência por herança ou doação). A segunda interferência é a relação matemática: mais dinheiro na mão do governo, significa menos dinheiro na mão do cidadão para investimento em imóveis, que representa um investimento seguro e rentável, mesmo que seja para a própria moradia.
Mesmo assim, o Brasil acaba sendo um dos países em desenvolvimento com maior visibilidade e crescimento, devido exclusivamente ao grande potencial que a nação possui, apesar dos “freios” que a seguram, lideradas pela elevada carga tributária, como visto na tabela supra. Assim, dá pra imaginar como estaríamos caso a carga tributária fosse mais branda, aproveitando o bom momento em que o Brasil experimenta financeiramente, sendo um dos países em desenvolvimento que menos foram afetados pela crise com ápice em 2008/2009. Entretanto, o maior motivo de irritação por parte de quem arca com esta carga absurda oferecida pelo país, é que todas as razões constitucionais pelos quais os tributos foram criados não estão sendo devidamente cumpridas, como: saúde, educação, transporte, moradia e todas as necessidades básicas de cada brasileiro.
Daí, partimos para uma carga tributária indireta, em que temos que pagar planos de saúde, escola particular, pedágio elevado, entre outros custos que o brasileiro sente todo mês. Se pelo menos tivéssemos a sensação de que o dinheiro revertido aos cofres do erário fosse bem utilizado, pagaríamos com menos revolta, pois saberíamos que assim estaríamos contribuindo para o desenvolvimento da nação como um todo, investindo em pilares firmes como saúde e educação.
Imagem extraída do site: www.universia.com.br
ITCnet anuncia o Ranking das 100 maiores Construtoras do Brasil
Na última terça-feira, dia 9 de março, o Milenium Centro de Convenções, localizado no auditório do Secovi-SP, foi palco da festa de premiação dos ganhadores da 6ª Edição do Ranking ITCnet 2009 – As 100 Maiores da Construção.
Brasil um país em obras
É inegável o crescimento obtido pelas construtoras brasileiras nos últimos anos por meio dos seus bem sucedidos lançamentos. Em sua sexta edição, a premiação apresenta números significativos, que explicam boa parte do sucesso do setor. “O nosso intuito é mostrar ao mercado qual a construtora ergueu mais metros quadrados. É um ranking da realidade das obras dessas empresas, uma avaliação de seu desempenho durante o ano. Assim, a concentração de dados de diferentes players do mercado em uma única pesquisa gera uma inédita e exclusiva forma de mapear o setor”, enfatiza o presidente da empresa, Guillermo Guirao Vidal.
O 6º Ranking destacou empresas em 11 categorias: a recordista em metragem quadrada construída; as duas que mais construíram no segmento Industrial; as duas que mais construíram no segmento Comercial; as que mais construíram na área Residencial nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, e nas Regiões Centro-Oeste, Sul e Norte/Nordeste; e, finalizando, as duas empresas que mais construíram em 2009 de acordo com os princípios das ações ambientais.
Em 2009 os investimentos foram superiores a 328 bilhões de dólares, alcançando 90 milhões de metros quadrados de construção. A Região Sudeste novamente apresentou a maior concentração de obras no Brasil: 61% do total em 2009. As regiões que mais cresceram, entretanto, foram a Centro-Oeste e Sul com 19 % cada e a Norte/Nordeste com 18%.
A novidade do 6º Ranking foi o lançamento do prêmio Construção Sustentável, um novo estudo que premiará as empresas que mais metros quadrados construíram dentro dos princípios e práticas da preservação do meio ambiente.
Segundo Viviane Guirao, diretora da área de Pesquisa e Análise de Mercado da ITCnet, “nosso objetivo é incentivar as construtoras a adotarem os preceitos da atuação responsável. Por isso, neste primeiro ano de premiação o nosso reconhecimento a duas grandes empresas que, além de grande metragem quadrada de construção, alcançaram os melhores índices nos critérios de construção sustentável – reuso de água, reciclagem de lixo e direcionamento de entulho”.
Construtora JL
Participando pela primeira vez, a Construtora JL, sediada em Cascavel, obteve a 49ª colocação entre as maiores construtoras do país, contabilizando 218.251,99 m2 em 12 obras espalhadas pelos estados do Paraná e Santa Catarina. Impulsionada pela construção do Condomínio Clube Botânica, maior obra de incorporação imobiliária do Sul do país, a JL ficou a frente de conceituadas empresas como Construtora Habitare, Morar e CV Lopes.
Com o resultado alcançado, a Construtora JL passou a ocupar o 4º lugar entre as maiores construtoras na regional Sul (3ª posição entre as paranaenses), em prêmio também concedido pela ITCnet para as maiores da construção civil entre os Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Sobre a ITCnet
A ITCnet – Informações Técnicas da Construção, há mais de 30 anos acompanha a evolução do setor da construção, realizando pesquisas sobre novos empreendimentos nos segmentos residencial, comercial e industrial.
Contando com uma equipe de mais de 40 profissionais, a ITCnet faz uma apuração junto aos engenheiros e responsáveis pelas obras para obter informações detalhadas dos empreendimentos e montar o mais completo banco de dados sobre obras do Brasil.
Diariamente e online a ITCnet informa a descrição completa da obra em projeto e em andamento. São inúmeros dados mostrando a localização, o estágio atual da obra, cronograma, valores de investimento, área construída, compradores de materiais, engenheiros, telefones, e-mails e empresas participantes de mais de 1.000 obras ao mês.
A ITCnet promove, anualmente, o Ranking das Maiores Construtoras do país, cujo objetivo é mostrar ao mercado da construção e dos negócios quais as empresas que mais se destacaram, em qual segmento atuam e em qual região do Brasil marcaram presença.
Confira a lista das empresas premiadas no 6º Ranking ITCnet – As 100 Maiores da Construção:

“Para se ter um espaço bem resolvido e com espécies adequadas é importante planejar o paisagismo”
Quando construímos uma casa tomamos alguns cuidados para que cada detalhe fique como o planejado. Para isso utiliza-se da experiência e criatividade dos profissionais da área de arquitetura. Ao construir deve-se pensar também nos espaços que muitas vezes chamamos de secundários, por exemplo, o jardim.
Vivemos em um país tropical, no qual o clima, na maior parte do tempo, é quente. Por isso não há motivo para nos escondermos dentro de casa. As áreas externas são tão importantes quanto às internas, pois o paisagismo promove o bem estar, ou seja, qualidade de vida. Assim, esses espaços devem ser pensados e planejados na hora de construir. O paisagismo também faz parte da nossa casa e não precisa ser somente ornamental ou contemplativo. Deve porém, servir como espaços nos quais possamos conviver e receber pessoas, além de relaxar depois de um dia de trabalho.
Não se tem um jardim bonito por acaso. A beleza dos espaços está no planejamento de cada detalhe. Cada espécie que compõe a área só vai para o seu lugar após um estudo minucioso de condições como luz, sol e solo pensando sempre no porte que cada espécie plantada pode atingir.
As dimensões e características do local são estudadas pelo paisagista para que os espaços planejados sejam mais aconchegantes e confortáveis para seus usuários, convidando-os a permanecerem no local.
A beleza em um jardim é fundamental. A riqueza de cores de algumas plantas é o que chama a atenção e enriquece o olhar. No entanto, não podemos nos esquecer de que elas são seres vivos e precisam de alguns cuidados como regas, podas e adubações regulares. Cada planta exige um cuidado diferente dependendo da sua origem.Umas apreciam solos arenosos, outras argilosos, cada uma com suas necessidades biológicas. E para que possam se desenvolver plenamente essas características do seu habitat natural devem ser totalmente respeitadas, por isso se faz importante um estudo do local antes de plantar um jardim.
Fotos por Jorge Isper
Escrito por: Christopher Bertusso - 04.março 10
Cascavel mudou. Nossa cidade se transfigura a cada dia. O futuro aponta que esta terra ainda promoverá o júbilo de quem ama e acredita nela. A cidade de Cascavel deixou de ser apenas uma mera cidade componente de um Estado com ricas feições como é o Paraná. Hoje, Cascavel figura entre as mais promissoras cidades do Brasil, pelas oportunidades aqui oferecidas para aqueles que têm o intento de construir suas vidas, especialmente aos homens e mulheres que detém de conhecimento, de espírito empreendedor, o braço forte para o desempenho laboral e o desejo de ajudar a construir uma cidade.
Prova disso são as diversas obras da construção civil espalhadas aos quatro cantos da cidade, cada qual com o seu perfil peculiar, que desponta para o progresso em conjunto de uma cidade que anseia em se desenvolver. Em cada região há algum terreno cercado, algum trator roçando o mato, alguma pilha de tijolos, alguma máquina preparando o concreto, alguma estrutura sendo erguida, algum bravo trabalhador que deposita sua força e competência técnica para além de fazer erguer mais uma obra, ajudar a desenvolver uma cidade que, na juventude de seus 57 anos de existência, traz consigo o orgulho de fazer com que cada morador ou filho tenhamos o orgulho de dizer “sou de Cascavel”, ou “sou da terra fértil, do povo desbravador, da cidade moderna rodeada por plantações que provêem a riqueza de nossa cidade”.
Cascavel tem a força de lutar e jamais se acomodar diante dos desafios, já que por ser cidade rica e pujante, que tem em sua história uma saga de lutas, de tragédias, de intempéries desafiantes as quais fizeram criar lutadores dessa terra que com 57 anos, fora construída e tem um legado invejável, graças aos pioneiros, graças às pessoas que hoje vivem aqui. E por pessoas que depositam sua fé e esperança e passam a investir aqui, farão erguer uma grandiosa metrópole, em meio às paisagens bucólicas do meio rural.
Todos os posts do Blog da Construtora JL são feitos por alguns dos principais profissionais da área.
