Arquivos da categoria: Mercado

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Os Cuidados ao se Adquirir um Imóvel Novo

Escrito por: Marketing JL - 13.maio 10

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Confira a reportagem que foi ao ar na manhã de hoje, no Bom Dia Brasil da TV Globo:

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O Valor Social de uma Construtora

Escrito por: Christopher Bertusso - 06.abril 10

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O mundo se depara a um novo panorama dos negócios no mercado global. As empresas que outrora tinham o artifício de se antenar a tão somente suas transações comerciais intrínsecas e, deste modo, promover as mutações positivas do capital apenas para a riqueza de seu próprio quadro social, viram-se induzidas pela imposição de um novo papel das organizações no meio em que atuam: o seu valor social e a sua responsabilidade comunitária. A ideia é aliar o aquecimento da economia do planeta, com o acúmulo de riquezas, porém com a consciência de que influenciam a sociedade de modo local ou nacional, em uma nova era da formação do intelecto do ser humano e da sociedade como um todo, visando à sustentabilidade.

Com a adoção pelo Brasil das Normas Internacionais de Contabilidade, por intermédio da Internacional Accounting Standars Boards (IASB) que promove a uniformização das demonstrações das organizações, as empresas brasileiras como forma de se inserir ao cenário global de mercado de capitais tiveram que, a partir de 2008, elaborarem, dentre os inúmeros apontamentos econômicos de gestão, mais um demonstrativo,  de suas ações sociais, através da DVA (Demonstração do Valor Adicionado) partilhando os valores financeiros que compuseram o resultado econômico de um período, com os elementos que contribuíram diretamente para este feito.  Apesar de ainda ser um esforço inicial para caracterizar essa nova pragmática, pois algumas ações ainda têm de estar por vir, como a elaboração do Balanço Social, é válida esta ação para arrematar a irresponsabilidade social praticada por muitas empresas, e o enriquecimento desenfreado diante de posturas nada salubres para a formação de um novo conceito de futuro sustentável.

Para as empresas que pela visão gestora já eram constituídas por essa atitude, tal imposição legal não tomou de surpresa suas administrações. Talvez porque tais departamentos possuam o comportamento de promover o bem-estar social das pessoas que os cercam, promovendo não ações de caridade, e sim uma visão de reforço em prol de redução das desigualdades sociais e na construção de dias melhores.  Para algumas empresas, quem sabe a grande maioria, o aproveitamento de tal medida talvez seja apenas a publicidade destas ações, através das demonstrações obrigatórias para o mercado.

Rementendo este raciocínio às empresas da construção civil, é importante que o público consumidor perceba um valor da empresa, por trás dos belos e bem elaborados logotipos. Uma marca maior que acompanha planejadas ações publicitárias. Uma qualidade não só da obra edificada, mas a qualidade como o valor de honra que esta construtora tem para com a sua cidade, para o Estado e para a construção de um novo Brasil. A análise de seu histórico no município, de suas ações em prol da sociedade em que atua, os números que geram, os empregos e as divisas são instrumentos para promover esse propósito de tentar fazer a acepção pelo quesito “Responsabilidade Social”, um diferencial que pode nortear escolhas para o fechamento de negócios. O compromisso local, suas visões e missões, são fatos que devem ser avaliados. E as escolhas por empresas socialmente responsáveis são o caminho para a construção de mais do que belas e imponentes edificações, o de uma sociedade mais sólida.

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Imóveis – Um Investimento Garantido

Escrito por: Audrey Bazanella - 23.março 10

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O brasileiro continua aplicando seu dinheiro em imóveis. É fácil constatar que esse é o maior mercado para investimentos no Brasil. Até aí nenhuma novidade. Com o aumento da população das cidades, houve uma enorme demanda por moradia nos últimos 50 anos e, paralelamente ao fantasma da inflação, o investidor brasileiro sempre deu preferência para esse tipo de ativo na hora de escolher o destino de suas economias.

Mesmo com todos esses entraves, até os consultores financeiros mais agressivos sugerem que certa parcela de seu patrimônio deve ser aplicada em ativos imobiliários. Os imóveis ainda constituem um porto-seguro para o seu dinheiro. São uma estratégia para preservar suas economias dos períodos de alta inflação e de política do governo que prejudicam os investimentos em renda fixa.

O investimento sob a forma de tijolo e cimento é a alternativa mais clássica para proteger seu dinheiro da inflação e das turbulências econômicas.
Mas, por que investir em imóveis?

Investir em imóveis é seguro

Um imóvel é um patrimônio físico, está lá, ao alcance das mãos, podemos tocar nele, podemos vê-lo. Um imóvel é seu, ninguém lhe tira, o governo não pode congelá-lo como já fez com a poupança e contas bancárias.

Imóvel é fonte de renda

Um imóvel bem escolhido é fonte de renda vitalícia, todos precisamos de moradia e quem não tem condições de comprar a casa própria sempre estará a procura de um bom imóvel para alugar.

Imóvel mantém o valor

Além de gerar renda, um imóvel bem escolhido mantém seu valor e muitas vezes valoriza mais do que a simples correção do dinheiro investido.

Comprar imóvel gera disciplina

Os proprietários de imóveis se acostumam a receber o aluguel mensal de suas propriedades e com estes rendimentos fazem seus planos de forma organizada. Um exemplo clássico é uma pessoa que  usa a renda de um apartamento que possui para pagar suas férias anuais, enquanto usa a renda de outro imóvel para dar mesada aos filhos. Quando aumenta o aluguel dos seus imóveis, aumenta junto a mesada e os gastos nas férias. Os filhos, sabendo disso, se disciplinam com o que tem e mais que isso, planejam um dia ter seus próprios imóveis de aluguel.

Quem possui imóveis normalmente possui dinheiro no banco

Infelizmente vou ficar devendo a fonte desta matéria que li há alguns anos. Era uma pesquisa que dizia que enquanto as pessoas que moram de aluguel, em sua maioria, costumavam possuir dívidas, as pessoas que moravam em casa própria costumavam possuir reserva de dinheiro no banco. Nada mais natural.

Quando investir em imóveis?

Não há um momento certo para começar a investir em imóveis. Devemos, sim, investir desde já, e investir por tempo suficiente. A compra de um imóvel é uma compra grande, normalmente a maior que faremos em nossas vidas. Para muitos, é a casa própria, para outros, são imóveis de aluguel.

Quem consegue comprar imóveis o faz porque começa cedo a poupar com este fim e faz isso com consistência, sem desistir no meio do caminho, além de fazer por tempo suficiente, pois sendo uma compra grande, não acontece da noite para o dia.

Porém, mais importante do que saber quando iniciar o investimento, é saber com quem investir.

Sucesso não se mede com promessas, se verifica com histórico

Somos bombardeados por comunicação executiva frente a imóveis todos os dias. Anúncios, chamadas, oferecimentos, placas, vídeos, indicações. Escutamos dezenas de promessas de players do mercado imobiliário diariamente. Não perca tempo com o que dizem por aí, verifique o histórico das construtoras, saiba o que já fizeram, conheça seus empreendimentos. Realizações passadas podem não ser garantia, mas com certeza ajudam a minimizar nosso risco. Você prefere contratar quem já construiu diversos imóveis e possui um sólido nome de confiança no mercado ou quem irá se arriscar a construir pela primeira vez?

Com base em série especial do telejornal Bom Dia Paraná, da RPC, sobre como investir o seu dinheiro e texto adaptado do site Investimento em Imóvel.

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O Efeito da Carga Tributária no Brasil

Escrito por: Audrey Bazanella - 12.março 10

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Não é a toa que o Brasil é conhecido como “o país dos tributos”. Atualmente, segundo pesquisas do IBPT, Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, o Brasil possui uma das cargas tributárias nacionais mais elevadas, como é o exemplo da carga tributária sobre rendimentos do trabalho, que gira em torno de 42%, sendo menor apenas que a carga da Dinamarca, que possui 43%. Segundo o próprio IBPT, em 2009, o brasileiro teve que trabalhar até o dia 27 de maio só para pagar os tributos, desde os tributos diretos (IRPF, INSS) até os tributos indiretos, que são os tributos incidentes nas mercadorias e produtos consumidos (IRPJ, PIS, COFINS, ICMS, IPI, ISS, etc), além dos tributos sobre o patrimônio (IPTU, IPVA, ITR, ITBI, ITCMD). Isso significa, segundo o estudo, um comprometimento de absurdos 40,15% do rendimento bruto.

Estudos realizados pelo Banco Mundial e publicados na Revista Veja, edição nº 2012 de 13 de junho de 2007, apresenta dados do levantamento junto a 1.642 empresas sobre as razões que limitam os investimentos das empresas no Brasil. Descrevem-se os maiores obstáculos em relação ao medo de investir em novas empresas em nosso país, sendo que a carga tributária foi a mais citada dentro de uma escala de situações apresentadas aos entrevistados e investidores. Para cada entrevistado, foram apontadas as 8 situações seguintes, e cada qual deveria apontar os três maiores “freios” para investimentos. O resultado obtido foi o seguinte (pela ordem):

1º 84,5% Carga Tributária
2º 75,9% Incerteza quanto à política governamental
3º 71,7% Crédito
4º 67,2% Corrupção
5º 52,2% Crime
6º 39,6% Falta de qualificação da mão de obra
7º 32,8% Insuficiência da justiça
8º 20,3% Eletricidade inviável

Revista Veja, Edição nº 2012 de 13 de junho de 2007

É comum a reclamação por parte dos empresários da voraz fatia que o Fisco insiste em tomar, sendo que um dos maiores problemas observados nas pequenas e médias empresas do Brasil, é a idéia de que não há outra forma de manter o empreendimento sem sonegação. Assim, as empresas acabam caindo na informalidade, tornando-se cada vez mais desestruturadas e sem ferramentas adequadas de controle, o que aumenta o número da mortalidade de empresas de forma prematura.

Com relação ao mercado imobiliário, os tributos interferem de duas formas: a primeira delas são os tributos incidentes diretamente sobre as operações imobiliárias e de patrimônio, como o IPTU (Imóveis urbanos), o ITBI (para transmissão de bens), o ITR (sobre bens rurais) e o ITCMD (para o caso transferência por herança ou doação). A segunda interferência é a relação matemática: mais dinheiro na mão do governo, significa menos dinheiro na mão do cidadão para investimento em imóveis, que representa um investimento seguro e rentável, mesmo que seja para a própria moradia.

Mesmo assim, o Brasil acaba sendo um dos países em desenvolvimento com maior visibilidade e crescimento, devido exclusivamente ao grande potencial que a nação possui, apesar dos “freios” que a seguram, lideradas pela elevada carga tributária, como visto na tabela supra. Assim, dá pra imaginar como estaríamos caso a carga tributária fosse mais branda, aproveitando o bom momento em que o Brasil experimenta financeiramente, sendo um dos países em desenvolvimento que menos foram afetados pela crise com ápice em 2008/2009. Entretanto, o maior motivo de irritação por parte de quem arca com esta carga absurda oferecida pelo país, é que todas as razões constitucionais pelos quais os tributos foram criados não estão sendo devidamente cumpridas, como: saúde, educação, transporte, moradia e todas as necessidades básicas de cada brasileiro.

Daí, partimos para uma carga tributária indireta, em que temos que pagar planos de saúde, escola particular, pedágio elevado, entre outros custos que o brasileiro sente todo mês. Se pelo menos tivéssemos a sensação de que o dinheiro revertido aos cofres do erário fosse bem utilizado, pagaríamos com menos revolta, pois saberíamos que assim estaríamos contribuindo para o desenvolvimento da nação como um todo, investindo em pilares firmes como saúde e educação.

Imagem extraída do site: www.universia.com.br

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